A pergunta permaneceu.
O mundo mudou.

Eduardo “Duda” Koch. Gaúcho, 46 anos, ex-nômade. Pai de dois filhos, casado há dez anos.
Estrategista de Receita, Empreendedor e Gestor de Projetos.
Porto Alegre, RS · Disponibilidade presencial full-time
Sempre me intrigou entender por que as pessoas fazem o que fazem.
O que move suas escolhas? Como constroem significados? De que maneira a cultura, o contexto e as transformações tecnológicas influenciam seus comportamentos? E, acima de tudo: como transformar essa leitura analítica em novos motores de crescimento, engenharia de receita B2B e projetos economicamente viáveis?
Minha trajetória começou no planejamento de comunicação, conectando pesquisa e estratégia para encontrar direcionadores de posicionamento de mercado. Na antropologia do consumo e nas etnografias, aprofundei a investigação sobre pessoas, comportamentos e subculturas. No branding, passei a trabalhar com a expressão das marcas e as experiências reais que geram desejo e conversão.
Mais tarde, no universo de tecnologia e negócios B2B, essa mesma curiosidade encontrou desafios de escala e de Go-To-Market (GTM): como as lideranças corporativas tomam decisões de compra, o que as faz enxergar valor em um serviço complexo e de que maneira podemos desenhar ofertas comerciais que aceleram a tração de mercado?
Passei a investigar mercados e jornadas para arquitetar propostas de alto valor, desenhar novos canais de receita e liderar o escopo de frentes de expansão de contas. Descobri que uma proposta comercial atraente que o time não sabe como implementar vira frustração, não negócio. Aprendi que o desenvolvimento de novos negócios precisa nascer integrado a um modelo de governança claro, capaz de mapear a capacidade técnica (capacity) e garantir a margem e a viabilidade econômica do projeto desde o primeiro dia de negociação.
Hoje, outra transformação amplia esse campo de investigação.
A inteligência artificial está mudando a relação entre conhecimento e execução, entre pessoas e sistemas, entre software e serviços. Operações agênticas, Service-as-Software e empresas AI-native não são, para mim, apenas tendências tecnológicas ou temas de palestras. São perguntas pragmáticas sobre como novos mercados serão abertos, como o valor será precificado, como os novos contratos B2B serão fechados e como usaremos agentes automatizados para acelerar a velocidade do pipeline comercial.
Tenho explorado essas questões por meio de pesquisa, curadoria, conexões estratégicas com o mercado e prototipagem prática de modelos de negócio AI-native.
Não quebrei meu percurso com o que fiz antes. Vejo essa nova fronteira pós-digital como a continuidade de uma investigação que muda de escala e de ferramentas conforme o mundo se transforma. É a ponte exata entre a sensibilidade consultiva para gerar demanda e fechar novos negócios e o rigor técnico para planejar os roadmaps de sua implementação real.
A pergunta permaneceu. As lentes mudaram. E o amanhã já começou a ditar como desenho estratégias de mercado e viabilizo novos negócios hoje.
A mesma pergunta, sete lentes em evolução linear.
Minha carreira não foi feita de rupturas, mas de expansão. Investigar como pessoas se comportam e como mercados decidem sempre foi o motor para o que faço na prática: desenhar propostas viáveis, estruturar canais de receita B2B e garantir o rigor operacional que transforma a intenção em entrega real.