Da serendipidade ao propósito
comercial e operacional.
Sempre me intrigou entender por que as pessoas fazem o que fazem. O que move suas escolhas? Como constroem significados? Como conhecimentos desenvolvidos em contextos completamente diferentes podem se conectar e revelar novas maneiras de compreender um desafio de mercado? Minha trajetória pode ser contada pelas leituras que me acompanharam. Livros, estudos e diversas frentes de aprendizado que abriram perguntas, apresentaram perspectivas e me trouxeram até aqui. Existe uma espécie de serendipidade nesse processo: uma leitura conduz a outra, uma ideia encontra uma dor real de negócio e um conceito que parecia distante passa a fazer sentido prático como uma nova solução comercial B2B.

Investigação & Comportamento
Onde começou o hábito de ler sinais, mapear culturas e decodificar contextos por meio do rigor científico e de dados duros.
Olhando para essa primeira estante, vejo a base analítica do meu repertório: a investigação profunda sobre pessoas, o planejamento e a estratégia. O contraste entre clássicos de mercado e títulos técnicos de peso, como as ferramentas estatísticas de amostragem e a estratégia cultural, revela o cerne da minha atuação. Daqui extraí a disciplina metodológica que hoje utilizo para sentar com lideranças corporativas, ler cenários complexos e diagnosticar o que o mercado realmente valoriza. É a fundação que me permite fazer perguntas melhores, fugindo de soluções genéricas de prateleira. Essa base teórica culminou na pesquisa de mestrado sobre subculturas de consumo e devoção à marca, investigando como rituais, símbolos e comunidades constroem valor intangível antes de qualquer estratégia comercial.
Crescimento & Novos Negócios
O momento em que a compreensão do comportamento humano foi estruturada como motor de tração, expansão de receita e governança de projetos.
A segunda estante reflete o amadurecimento dessa busca dentro do ambiente de tecnologia e do empreendedorismo. A curiosidade sobre as escolhas humanas virou engenharia de receita e tração comercial: desde os gatilhos de conversão e psicologia de vendas de alto impacto até a modelagem estruturada de novas propostas de valor e ecossistemas. Aqui, o apetite pelos novos negócios encontrou a disciplina rígida da gestão de projetos: prazos, inteligência de dados, rituais ágeis, mapeamento de processos e a busca obstinada pelo retorno sobre o investimento (ROI).

IA Agêntica & O Amanhã
Aprender para descobrir. Estruturar para transformar.
“Quanto mais ensino, mais aprendo. Quanto mais conecto ideias, processos e pessoas, maiores são as frentes de novos negócios e projetos que ganham vida e execução no mundo real.”
Ao longo desse caminho, estudar deixou de ser uma atividade individual. Ampliar meu repertório me permite dialogar com grandes tomadores de decisão de igual para igual. Ensinar me obriga a tornar o método de gestão de projetos explícito e replicável para as equipes. Hoje, essa dinâmica orienta diretamente meu foco em inteligência artificial, operações agênticas, Service-as-Software e novas frentes AI-native. Não vejo essas investigações como uma ruptura com o que fiz antes. São novas perguntas para o mesmo assunto de sempre: como novos mercados serão abertos, como o valor será produzido, como os novos contratos B2B serão fechados e como usaremos o amanhã como ferramenta no presente.
A curiosidade deixa de ser tema e vira motor de resultados concretos.
Com o tempo, a teoria se transformou no filtro prático de como eu atuo na linha de frente das empresas. É o que leva o conhecimento para o dia a dia corporativo, transformando sinais em fechamentos de contratos e descobertas em projetos entregues no prazo.
Encontrar conexões inesperadas entre tendências de tecnologia pós-emergente e aplicações comerciais que ainda não eram evidentes.
Não estudo movimentos de mercado apenas para conhecê-los. Procuro compreender o que eles alteram em serviços, modelos de receita e operações para fechar novos negócios sustentáveis.
O ato de compartilhar e documentar entra no próprio ciclo de entrega técnica, traduzindo conceitos complexos de IA em playbooks e sprints executáveis para as equipes.
Aproximar conhecimentos, lideranças corporativas e times operacionais capazes de transformar o escopo de uma proposta em um projeto de alto impacto.
O encontro com meu Ikigai
Em 17 de novembro de 2023, depois de um longo processo de autoconhecimento, consolidei a síntese que orienta minha atuação híbrida no mercado:
O encontro dessas dimensões deu forma ao meu propósito de vida: inspirar pessoas e empresas a um novo despertar em suas jornadas, descobertas e transformações operacionais.
É isso que conecta os livros, as vendas consultivas B2B, a liderança de frentes de trabalho e as perguntas que continuo explorando com IA agêntica. Seguir aprendendo, fechando novos negócios baseados em valor e gerenciando projetos que tiram as possibilidades do campo das ideias para fazê-las ganhar o mercado com estratégia, inovação e margem.
