Jornada do Empreendedor: de catálogo de cursos a caminho de maturidade
A oferta era organizada, mas descentralizada: o empreendedor encontrava cursos e instrumentos, não um caminho. A nova jornada deixou de ser sobre o que o Sebrae quer oferecer e passou a ser sobre o que o cliente precisa para se 'graduar' como empreendedor.
O ponto de partida
Na Fase 1 ficou claro que faltava uma definição de sucesso para o cliente e uma visão de monetização da base.
- 01Organizado, porém descentralizado
- 02Sem definição do que é sucesso para o empreendedor
- 03Falta de visão de monetização da base
- 04Uso incorreto do NPS e sem fechamento de loop
- 05Sem previsibilidade de faturamento da base
Insights que mudaram o desenho
Não estamos dando cursos: estamos formando empreendedores para uma jornada de crescimento à maturidade.
Cada momento pede um banco de recursos, não um recurso único; quem escolhe é o atendente, a partir do diagnóstico de momento.
Serviço, jornada ou modelo
Uma jornada do ponto A ao ponto B, com momentos claros e métricas que mostram onde cada cliente está.
Jornada To-Be co-criada em workshops e entregue na Fase 2, com modelo de métricas RFV, NPS e CES.
Não há dados de adoção pelos atendentes nem de evolução dos segmentos RFV neste material.
“Co-criar com quem atende garante que a jornada saia do slide: foram eles que escolheram os recursos de cada momento.”